Imagine um mundo no qual as comunidades locais decidem sobre o destino de suas terras, águas e florestas – e não as grandes empresas. Um mundo, no qual rios possuem status legal e ecossistemas têm o direito de prosperar. Não se trata de um sonho utópico, mas de uma de realidade poderosa e emergente que está no centro de um movimento inovador que apoiamos com muito orgulho.
Nossa missão é clara e vital: impulsionar a transformação socioecológica do planeta. Estamos superando o modelo “extrativista” destrutivo, que saqueia recursos naturais em troca de ganhos de curto prazo, e avançando rumo a um sistema justo e sustentável, que cuida do nosso patrimônio mais valioso: os bens comuns.
Como transformamos essa visão em ação? Identificamos duas soluções fundamentais:
- Planejamento comunitário do uso da terra: Fortalecer comunidades locais para que elas possam mapear, gerenciar e defender seus territórios, com base em seu profundo conhecimento no bem-estar de longo prazo, não em interesses externos de lucro.
- Direitos da Natureza: Um quadro jurídico revolucionário, inspirado e enraizado na sabedoria indígena que reconhece a natureza não como propriedade a ser explorada, mas como um organismo vivo e sagrado, com direitos inerentes de existir, florescer e regenerar.
Então, o que fizemos?
Fomos além da teoria e conectamos os pontos. Analisamos sistematicamente essas duas abordagens, revelando seus pontos fortes, suas convergências e suas poderosas sinergias. Mais do que um exercício prático, construímos ferramentas práticas para a mudança.
Cooperamos e aprendemos com quem está na linha de frente: comunidades e movimentos nas Filipinas e no Peru que já aplicam essas estratégias com sucesso. Suas experiências, desafios e sucessos representam a base do nosso esforço. Transformamos essa sabedoria para fortalecer a advocacy, tornar estratégias mais robustas e redes mais efetivas.
Por que importa?
Porque afeta a vida de todas e todos. A luta contra a mineração predatória, o desmatamento e a poluição é uma luta em prol de água limpa, climas estáveis, culturas vivas e justiça social. É sobre quem decidirá o futuro coletivo da humanidade.
O projeto oferece um caminho concreto para superar a crise extrativista e representa um farol de esperança. É a história de comunidades que reescrevem as regras e da natureza que, finalmente, conquista voz nos tribunais.
Venha explorar conosco este tema vital. Junte-se a nós para conhecer ferramentas inovadoras de transformação. Em conjunto, estamos capazes de apoiar um movimento global que não apenas resiste à destruição e constrói ativamente um mundo pós-extrativista, onde as pessoas e o planeta prosperam em harmonia.
Informe-se! Inspire-se!
Envolva-se!
O futuro dos nossos bens comuns depende disso!




Saiba mais sobre nosso trabalho:
Como grupo, focamos na pesquisa e na criação de alianças globais que visem mobilizar e defender uma governança justa e responsável dos bens comuns.
Ao analisar diversos princípios dos bens comuns, elaboramos três documentos-chave que norteiam o nosso trabalho:
- Direitos da Natureza nas Filipinas
- Planejamento Comunitário do Uso da Terra no Peru
- Criação de um arcabouço que conecta a Governança dos Bens Comuns aos Direitos da Natureza
Os documentos estão disponíveis no nosso site de publicações.



